NALDOVELHO - POESIA


o amante

líria porto

 

de repente ela ria

saía da concha

áspera por fora

por dentro de seda

lembrava-se dele

daquele sem-vergonha

 ele vinha

brincava com ela

de frente de costas

deixava nas fronhas

o riso a pressa

e partia

ia para longe

lá onde lhe lavavam

as cuecas



Escrito por NALDOVELHO às 19h32
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